Author Archives: Antônio Martins Jr.

O que tem a ver as palavras-chave com a sobrevivência de um site

No artigo anterior a este, eu publiquei uma relação de posts com dicas que, aliadas à força de vontade dos administradores, ajudarão a evitar a morte dos sites em situação de risco. Antes é preciso entender que o processo evolutivo de um site não termina na sua publicação; uma vez terminada a etapa do desenvolvimento, deveremos proceder à alma do negócio, ou seja, ao marketing.

A DIVULGAÇÃO

Não adianta ter um site espetacular se ninguém o visita. Concorda? A partir de agora vamos ver um pouco de SEO (Otimização de sites para mecanismos de busca) por suas siglas em inglês.

Estes mecanismos serão os responsáveis por ajudar-nos a atrair visitas ao nosso site, mas antes é preciso otimizá-lo para ser encontrado por eles. Existem dezenas deles, o Yahoo, o Bing e o Google são os mais conhecidos, este último é responsável por mais de 60% de todas as pesquisas realizadas na Internet.

COMO FUNCIONA?

Já deve ter notado, nas pesquisas que realiza no Google, que alguns sites são exibidos nas primeiras posições ou nas primeiras páginas, enquanto outros ficam muito atrás ou sequer aparecem. Não é acidental, a isto chamamos de posicionamento.

Nossa página pode aparecer de duas formas nestas pesquisas: nos resultados pagos ou nos orgânicos.

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Por que um site morre?

Ao observar, com certa frequência, como alguns sites e blogs morrem tão repentinamente como nasceram, decidi orientar este artigo para servir como uma espécie de auxílio para quem estiver com seu site em situação de risco e, talvez, pensando em desistir da sua estratégia online.

Os fatores que contribuem para a morte de um site são vários, mas o peso maior da responsabilidade recai sobre o dono do site, pois ele é quem toma as decisões que acredita serem as mais pertinentes. Também é ele quem decidirá continuar ou abandonar o projeto.

VAMOS LÁ

Não há dúvidas de que um dos objetivos de qualquer empreendedor na web é conseguir novos clientes. Alguns especialistas afirmam que a Internet é a grande revolução do século XXI. Este fato a torna o melhor veículo para atrair essa nova clientela. Talvez a principal semelhança entre as empresas e os sites, consiste em que alguns dão certo e outros não. Possuir um site visualmente bem trabalhado não é garantia de sucesso. Para ser eficiente, nossa página web tem que atrair visitantes, criar relacionamento e convertê-los em clientes. Diante da inexistência de uma solução única que alcance este objetivo, será necessário um conjunto de ações, que visem a otimização de nosso site, para obtermos um bom rendimento.

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Os desafios de ser Freelancer

“Pronto. Está decidido. A partir de hoje me declaro freelancer full time. Agora eu sou o patrão, nunca mais vou desperdiçar três horas diárias da minha vida no trânsito. Terei disponibilidade total para as pessoas que amo e vou me revesar entre uma caminhada ou um passeio ciclístico durante uma hora por dia. Faço questão de um happy hour fantástico todas as tardes e vou me dedicar aos estudos, à família e aos amigos.”

A declaração acima é um fato que todo freelancer, e todos os que estão determinados a sê-lo, espera ansiosamente. Mas muitos, no afã de conquistar a independência financeira, se lançam sem ao menos estudar suas chances de obter êxito. O resultado quase sempre é o mesmo: será obrigado a engavetar seus sonhos e “tentar” retornar à rotina de quando era empregado. Por isso, há a necessidade de analisar cada passo, pois não é a toa que dizemos que “informação é poder.”

COM CALMA

Embora esteja no plano de muitos ser o “dono do próprio nariz”, abandonar um emprego estável para viver “la vida freela” é uma decisão que deve ser programada e cautelosa. O ideal é tentar manter o emprego registrado e, simultaneamente, começar a desenvolver sua atividade freelance. Quando esta começar a gerar ativos suficientes para manter-se em dia com as contas e formar uma boa poupança para os tempos de crise – pois eles virão – então podemos pensar em pedir a demissão.

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Causo real: Minha procura pela Constituição Federal brasileira

“Eu procuro um exemplar da Constituição Federal (CF), você pode achar pra mim?” Foi o que lhe perguntei a um dos atendentes de uma Megastore paulista – não vou citar nomes – depois de passar trinta minutos do meu horário de almoço diante das estantes da literatura de Direito.

Meio perdido mas solícito, o rapaz faz a busca no sistema. Após alguns segundos ouço a pergunta: “Este é um livro de Direito, né?” “Sim” – lhe respondi e acrescentei – “É onde contém todas as leis, normas e regras brasileiras”. Após nova pesquisa e sem resultados me perguntou já um pouco acanhado: “O senhor sabe o nome do autor?” Meio incrédulo do que estava acontecendo respondi: “Acho que foi o Congresso brasileiro.” Então me disse: “É que em meu sistema aparecem vários livros de Direito, mas nenhum com este nome.” Ao ouvi-lo dizer isto lhe perguntei, já tratando de esquivá-lo: “Você não está achando? Bom, pode deixar, vou tentar achá-la novamente nas estantes. Obrigado.” E me afastei lentamente deixando o garoto com uma pulga atrás da orelha. O funcionário da renomada Megastore, num grande Shopping paulista, desconhecia a existência da Constituição Federal.

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Fútil e desagradável

A diferença entre “útil” e “fútil” não termina na letra “f”. Podemos identificar esta distinção em diversas situações cotidianas, principalmente naquelas que são ligadas à informação.

ÚTIL X FÚTIL

As notícias dos acontecimentos nacionais e internacionais nos chegam de uma forma cada vez mais rápida e direta. A Internet é a principal responsável por este “milagre” dos tempos modernos. De fato, toda informação encontrada na Rede segue duas vertentes: A que se caracteriza por ser útil e a fútil. Há menos úteis do que fúteis.

Para sintetizar está ideia, faça um teste: Acesse qualquer site de notícias nacional. Uma vez ali, observe cada informação que é apresentada e elimine as que nunca lhe serão úteis, por exemplo: Qual utilidade real você encontra nas notícias sangrentas ou dos “acontecimentos” do Reality Show da televisão, da vida privada dos artistas ou do jogador de futebol, dos bancos que acumulam lucros recorde ou da modelo que vai desfilar no carnaval? Estas informações lhe ajudam em algo? Melhoram sua vida? Se não, é porque são fúteis.

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E-mail Marketing: O que fazer para não cair nos filtros Anti-spam?

O envio de E-mails Marketing é uma das estratégias mais utilizadas para comunicar a venda de algum produto e/ou serviços pessoais e empresariais via Internet.

Existem muitas agências que se dedicam, quase que exclusivamente, ao disparo de e-mails em massa. No entanto, a tarefa de disparar campanhas por e-mail, está ao alcance de qualquer pessoa que possua um endereço de e-mail e noções mínimas para enviar e-mails publicitários.

Neste ponto – no empirismo – habita o problema; pois para economizar algum dinheiro, algumas empresas e profissionais criam suas próprias campanhas, mas, na maioria das vezes, de forma inadequada e ignorando as regras anti-spam. O resultado não poderia ser outro: acabam caindo na “malha fina” dos filtros anti-spam e vão parar diretamente na caixa de lixo eletrônico dos destinatários.

EM QUE CONSISTEM TAIS REGRAS?

Nada mais são do que um sistema lógico que calcula, baseando-se em aspectos técnicos bem definidos, o grau de risco embutido no e-mail recebido (textos, imagens e html) que podem ser desde vírus informáticos até conteúdos indesejados ou maliciosos. A pontuação cinco (5) é considerada alta e, quanto mais alta for a pontuação, maiores são as chances da nossa mensagem cair na caixa de spam ou no lixo eletrônico e, possivelmente, jamais ser lida. Resultando em recursos de dinheiro, tempo e criatividade jogados fora. Por por outro lado, quanto mais perto de zero (0) seja nossa pontuação, maior será a probabilidade de nossos contatos receberem nossa campanha em suas caixas de entrada.

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Yoani Sánchez: “Não é o momento de lamber feridas…

… a melhor terapia é continuar trabalhando.”

Esta foi uma das frases postadas por Sánchez no Twitter.

Há alguns dias publiquei, aqui no blog, sobre a luta que Yoani Sánchez, blogueira cubana, livra diariamente para expressar sua opinião contrária à ditadura desde Cuba.

PERMISSÃO NEGADA

Recentemente ela foi convidada pelo cineasta Cláudio Galvão da Silva, para comparecer à estreia do documentário Conexão Cuba-Honduras, em Jequié, na Bahia no dia 10 de fevereiro.  Porém com a viagem marcada e com o visto de turista aprovado pelo governo brasileiro, no dia 3 de fevereiro de 2012 o Regime cubano, pela 19ª vez, negou-lhe o pedido de saída.

O fato da negação ocorre apenas alguns dias depois da visita da Sra. Presidente Dilma Rousseff a Cuba e com todos os investimentos milionários que estamos fazendo/lucrando na Ilha. Com o detalhe de que, antes disto, Dilma recebeu uma carta de Yoani sobre o assunto.

DESABAFO

No Twitter, que é a única forma imediata de Yoani comunicar-se com o mundo fora da Ilha, ela postou a seguinte frase:

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Yoani Sánchez: a blogueira cega

Neste artigo quero destacar a atuação de uma figura emblemática na luta pelo direito de expressão através da Internet, mas que vive sua realidade sob o contexto de um Regime comunista. Sem dúvidas trata-se de um ser humano fantástico, e foge completamente aos padrões de atividade da maioria dos blogueiros ativos na blogosfera. Por certo, evitarei entrar nos detalhes noticiosos relacionados à nossa personagem, pois para isto temos os sites de notícias que fazem esplendidamente seu trabalho.

Foto divulgação

Vou falar sobre Yoani Sánchez Cordero María, 36, cubana, filóloga e editora do blog Generación YGY a partir de agora.

Desde Cuba utiliza, de forma ferrenha, seu blog como “um exercício de covardia – como ela mesma diz – que lhe permite expressar neste espaço o que lhe esta vetado em seu acionar cívico”, ou seja, o que não pode fazer em público. Obviamente se manifesta desta forma por causa do cenário cívico vivido em Cuba; problema bem conhecido por todos nós.

QUEM É YOANI?

É formada em Filologia Hispânica na Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Habana, mas depois de trabalhar como professora de espanhol (freelance) para estrangeiros, descobriu na informática sua vocação quando percebeu que “o código binário era mais transparente que a rebuscada intelectualidade”. Fundou em 2004 a revista Consenso. Em 2007 nasce o projeto GY, que atualmente está traduzido a quinze idiomas e funciona como uma voz que denuncia o Regime e clama por liberdade e justiça desde Cuba para o mundo. Sim, para o mundo, pois em Cuba o site é censurado e praticamente ninguém o pode acessar.

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