Quero ser patrão, mas… vai ficar caro?

Respondo da seguinte maneira: Caro para alguns, barato para outros. Tudo depende da sua capacidade de gerenciamento. Todos já ouvimos casos de pessoas que começaram do zero e tornaram-se gigantes, enquanto que outros, que tinham capital de sobra, fracassaram. Não que aqueles sejam melhores que estes, mas a forma com que administraram seus recursos fez toda diferença.

Neste artigo vamos analisar alguns aspectos financeiros referentes ao projeto de abertura e gerenciamento de um negócio.

ANÁLISE INICIAL

De início os investimentos abrangem todos os itens necessários para abertura de um negócio. Para isto, é necessário calcular de forma realista, o capital exigido para dar o pontapé inicial e a posterior manutenção do empreendimento. Considere a necessidade de suprir os custos dos primeiros meses de atividades, pois este é um período crítico no qual é comum não haver retornos imediatos. Levará algum tempo para que os ativos se igualem ou sejam maiores que os passivos. Uma dica para quem pensa em ser patrão é preparar-se psicológica e administrativamente, para não se desesperar ou declarar falência ao primeiro sinal de prejuízo.

CONTEXTUALIZAÇÃO GERAL DOS INVESTIMENTOS

Investimentos físicos:

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Características do novo milênio e os desafios do gestor no mercado

Escrever sobre as características de gerenciamento do novo milênio não é uma tarefa fácil, pois seria como tratar de abranger os possíveis acontecimentos dos próximos 988 anos. O que de fato é impossível. No entanto, considerando o brasil-centrismo do momento e o desenrolar dos preparativos para os próximos eventos de grande porte no país (Copa e Olimpíadas), é possível desenhar o que nos espera no mercado da gestão para o futuro próximo.

PLENO EMPREGO

Até 2016, a pesar da festa do caqui e do mau uso dos recursos públicos nas obras da Copa, das Olimpíadas e de outras firulas, o Brasil continuará em crescimento constante. É o que afirmam os economistas mais otimistas. Nos anos seguintes aos eventos, o crescimento promete ser ainda maior. Isto significa uma economia aquecida e uma demanda maior por mão de obra qualificada e por capacidade de gerenciamento, ou seja, bons profissionais e bons administradores. Devemos, contudo, evitar de cair na tentação das generalizações, ao referir-nos aos desafios que os administradores terão que lidar nos próximos anos.

O ADMINISTRADOR TEM QUE DETECTAR E DOMINAR AS NOVAS TECNOLOGIAS

Há mil anos, o mundo sequer podia imaginar a tecnologia que hoje possuímos; há pouco mais de quinhentos anos o continente americano era um mito; há pouco mais de cem anos o motor a vapor era uma tecnologia de ponta; há alguns anos aposentamos a máquina de escrever; e hoje a Internet faz o mundo parecer pequeno. Estou certo de que estamos longe do limite, por isso existe uma grande necessidade de especialização e atualização constante.

O ADMINISTRADOR TEM QUE CURIOSEAR

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Teoria das Relações Humanas

Havia a necessidade de corrigir a tendência à desumanização do trabalho: métodos rigorosos e mecânicos.

Georges Elton Mayo

A Teoria das Relações Humanas, desenvolvida por Georges Elton Mayo, praticamente surgiu no contexto da Grande Depressão em 1929.

Com a quebra da bolsa nova-iorquina e preocupadas com seu desempenho e recuperação, as empresas começam a tratar os funcionários estudando a complexidade humana no processo de produção. O foco do homo economicus gerado pelos estudos de Taylor, agora toma nova ênfase: o homo social. Neste novo enfoque, observa-se os sentimentos dos trabalhadores e a formação de grupos.

Desde que a Administração tornou-se uma ciência, através das contribuições de Frederick Taylor e seus Princípios da Administração Científica, levantaram-se outras teorias que complementaram ou se opuseram às afirmações defendidas nos seus estudos. Na realidade, não podemos condenar o sistema que praticamente mecanizava o ser humano com os estudos de tempo e de processos abordados na Administração Científica, pois era  pioneiro na sua época. Até então as tarefas eram realizadas empiricamente pelos funcionários e sob uma supervisão deficiente de seus administradores. A rotatividade de empregados nas empresas era enorme e a qualidade dos produtos, se comparada à atualidade, beirava o ridículo. Se considerarmos que a tendência de qualquer estudo ou sistema é evoluir, podemos então afirmar que as teorias posteriores, como a das Relações Humanas, por exemplo, vieram como uma evolução da Administração Científica.

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As bases da Administração

A tarefa de administrar exige do administrador pleno conhecimento dos fatores que envolvem o exercício da função.

Littauer Center of Public Administration, Harvard University.

Não é a toa que 38% das micro e pequenas empresas declaram falência e encerram suas atividades antes dos dois anos de vida. Vou mais além, 62% delas estarão fechadas antes dos cinco anos de existência, segundo o SEBRAE-SP. O principal fator que contribui para este alto índice de mortalidade empresarial está na sua má administração, claro que podem haver exceções, mas no geral, o problema consiste em como são administrados.

A administração é: “…o processo de tomar decisões e alcançar ações que utilizam recursos para alcançar objetivos.” (Maximiano, A. C. A.)

Lá no primeiro semestre de ADM, todos aprendemos na aula de Teoria Geral da Administração alguns conceitos sobre as bases da administração. Um deles são os três pilares: Objetivos, Recursos, Decisão.

OBJETIVOS

    São o Norte da empresa, não devem ser confundidos com as metas, que não são mais do que números a serem alcançados a curto prazo como as cotas de produção, número de vendas, novas adesões, etc. O objetivo é mais abrangente, por exemplo, é a posição que desejamos ocupar no mercado nos próximos anos, são os rendimentos pretendidos em um determinado prazo, é a adquisição relevante de bens duráveis e imóveis.

    RECURSOS

      Os recursos têm a ver com os fatores de produção disponíveis: mão de obra, local, matéria prima, capacidade de gerenciamento e capital financeiro entre outros.

      DECISÃO

        A decisão esta dividiva em quatro partes:

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        A Inter-relação entre “O Príncipe” e “Maquiavel – O Poder”

        Nicolau Maquiavel, 1469-1527.

        José Nivaldo Júnior consegue em “Maquiavel – O Poder”, expôr o verdadeiro sentido da teoria formulada em “O Príncipe”, por Nicolau Maquiavel, com respeito às diferentes características dos governantes e administradores em geral, e as formas com as quais conquistaram e aplicaram o poder. Segundo José Nivaldo Júnior O Príncipe “… foi uma obra escrita, para alcançar resultados muito claros e definidos.“ A respeito do marketing político diz que “… é exatamente isto: o conjunto de atividades que visa à conquista, a manutenção e a expansão do poder.”

        Em O Príncipe, Maquiavel recorre a fatos históricos para comprovar seus argumentos. Seus estudos e trajetória política e militar não impediram que, por séculos, fosse mal interpretado, ao ponto de que seu nome tenha se tornado sinônimo de maldade, crueldade e cinismo, dando origem ao adjetivo “maquiavélico”. Esta carga negativa, que foi-lhe imputada durante séculos, decorre do ponto de vista de quem lê o manual de Maquiavel, pois somente quem ostenta o poder e conhece os desafios, ameaças e dificuldades de ser um governante e de manter-se no poder, compreende as teorias apresentadas em “O Príncipe”. Assim, quem não entende a mente de quem governa, só pode enxergar a crueldade e a manipulação nas palavras de Maquiavel.

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        Liderança e poder: As essências do líder

        Não se chega a ser líder por acaso. A cada dia, a ideia de que “o líder não se faz, se nasce” fica mais obsoleta. Até a pessoa mais tímida da Terra pode tocar o topo do mundo e tornar-se um líder exitoso. Mas não de forma empírica. O treinamento, a capacitação contínua, as vivências e a autodeterminação são indispensáveis para absorver as essências da liderança. Em síntese,  é algo que exige muito esforço.

        São duas as variáveis que determinam uma liderança eficaz: a consideração (relacionadas às pessoas), a estrutura (aspectos técnicos). Segundo Henry Kissinger, “liderar é a habilidade de levar as pessoas de onde estão para onde nunca estiveram” .  Assim, liderar é uma habilidade, as habilidades não nascem conosco, são adquiridas (ou não), no transcurso da vida.

        A capacidade de influenciar, motivar e persuadir do líder estão ligadas ao poder que obtido através do cargo que exerce, pela combinação das características da sua personalidade ou por qualquer outro recurso que o permita exercer.

        A liderança funcional deve ter como objetivos:

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        PDCA – Foco na melhora contínua

        Quero dedicar esta entrada a todos os empreendedores, iniciantes ou veteranos. Antes porém, devo deixar claro que a referência vai além da pessoa do patrão, do comerciante, do negociante. Aqui estão incluídos todos os que, de certa forma, estão comprometidos com resultados. Um blogueiro, por exemplo, almeja o aumento da audiência de seu blog e/ou  obter algum rendimento real com a sua atividade online. Isto, tecnicamente, o torna um empreendedor.

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        Princípios da Administração Científica – Frederick W. Taylor

        Graças ao engenheiro Frederick W. Taylor (1856-1915), a Administração é hoje uma ciência. O Princípio da Administração Científica, da qual Taylor é considerado pai e idealizador, tem como característica principal a ênfase nas tarefas, com o objetivo de aumentar a eficiência operacional.

        Antes, a administração das fábricas era feita pelos próprios empregados, empiricamente e sem nenhum controle por parte da direção das empresas que, em muitos casos, desconhecia o processo de produção. Como resultado, a produtividade era baixíssima, pois os próprios sindicatos induziam aos funcionários a produzir menos, pois assim, segundo se pensava na época, seus empregos estariam garantidos por muito tempo. A tática funcionava à perfeição.

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