No artigo anterior a este, eu publiquei uma relação de posts com dicas que, aliadas à força de vontade dos administradores, ajudarão a evitar a morte dos sites em situação de risco. Antes é preciso entender que o processo evolutivo de um site não termina na sua publicação; uma vez terminada a etapa do desenvolvimento, deveremos proceder à alma do negócio, ou seja, ao marketing.
A DIVULGAÇÃO
Não adianta ter um site espetacular se ninguém o visita. Concorda? A partir de agora vamos ver um pouco de SEO (Otimização de sites para mecanismos de busca) por suas siglas em inglês.
Estes mecanismos serão os responsáveis por ajudar-nos a atrair visitas ao nosso site, mas antes é preciso otimizá-lo para ser encontrado por eles. Existem dezenas deles, o Yahoo, o Bing e o Google são os mais conhecidos, este último é responsável por mais de 60% de todas as pesquisas realizadas na Internet.
COMO FUNCIONA?
Já deve ter notado, nas pesquisas que realiza no Google, que alguns sites são exibidos nas primeiras posições ou nas primeiras páginas, enquanto outros ficam muito atrás ou sequer aparecem. Não é acidental, a isto chamamos de posicionamento.
Nossa página pode aparecer de duas formas nestas pesquisas: nos resultados pagos ou nos orgânicos.




Esta, talvez, seja a parte mais importante para sobreviver na Internet. Oferecer conteúdo de qualidade e gratuito, agregará valor aos visitantes, elevará o índice de credibilidade na sua marca e aumentará as chances de algum deles tornar-se seu cliente.
As redes sociais da Internet, indiscutivelmente, são a “bola da vez” no quesito comunicação humana. Se pretendemos ser bem-sucedidos nelas, devemos, acima de tudo, saber como cunduzir nosso comportamento e atitudes, para não cometermos nenhuma “gafe” que possa macular nossa imagem pessoal e profissional.
Durante as últimas duas décadas presenciamos uma profunda transformação na forma em que as empresas (grandes e pequenas) divulgam seus produtos e serviços. Há alguns anos, toda divulgação era feita pelos meios tradicionais, como exemplo podemos mencionar os escritos (jornais, tabloides, folhetos e revistas); a televisão e a rádio com os espaços publicitários inseridos na sua grade de programação; o telemarketing via telefone; a mala direta através de correspondências recebidas em casa, entre outros. Não nos podemos esquecer do famoso “boca a boca” ou “porta a porta”.