“Pronto. Está decidido. A partir de hoje me declaro freelancer full time. Agora eu sou o patrão, nunca mais vou desperdiçar três horas diárias da minha vida no trânsito. Terei disponibilidade total para as pessoas que amo e vou me revesar entre uma caminhada ou um passeio ciclístico durante uma hora por dia. Faço questão de um happy hour fantástico todas as tardes e vou me dedicar aos estudos, à família e aos amigos.”
A declaração acima é um fato que todo freelancer, e todos os que estão determinados a sê-lo, espera ansiosamente. Mas muitos, no afã de conquistar a independência financeira, se lançam sem ao menos estudar suas chances de obter êxito. O resultado quase sempre é o mesmo: será obrigado a engavetar seus sonhos e “tentar” retornar à rotina de quando era empregado. Por isso, há a necessidade de analisar cada passo, pois não é a toa que dizemos que “informação é poder.”
COM CALMA
Embora esteja no plano de muitos ser o “dono do próprio nariz”, abandonar um emprego estável para viver “la vida freela” é uma decisão que deve ser programada e cautelosa. O ideal é tentar manter o emprego registrado e, simultaneamente, começar a desenvolver sua atividade freelance. Quando esta começar a gerar ativos suficientes para manter-se em dia com as contas e formar uma boa poupança para os tempos de crise – pois eles virão – então podemos pensar em pedir a demissão.



DIFICULDADE EM CONSEGUIR EMPREGO
Prefiro responder dizendo que os novos conhecimentos e a especialização, resultam em capital valiosíssimo nas mãos de quem trabalha por conta própria. Aprender e utilizar novos métodos na elaboração dos serviços e aprimorar os já utilizados, significa trabalhar com qualidade, ganhar notoriedade e ser um diferencial.