Causo real: Minha procura pela Constituição Federal brasileira

“Eu procuro um exemplar da Constituição Federal (CF), você pode achar pra mim?” Foi o que lhe perguntei a um dos atendentes de uma Megastore paulista – não vou citar nomes – depois de passar trinta minutos do meu horário de almoço diante das estantes da literatura de Direito.

Meio perdido mas solícito, o rapaz faz a busca no sistema. Após alguns segundos ouço a pergunta: “Este é um livro de Direito, né?” “Sim” – lhe respondi e acrescentei – “É onde contém todas as leis, normas e regras brasileiras”. Após nova pesquisa e sem resultados me perguntou já um pouco acanhado: “O senhor sabe o nome do autor?” Meio incrédulo do que estava acontecendo respondi: “Acho que foi o Congresso brasileiro.” Então me disse: “É que em meu sistema aparecem vários livros de Direito, mas nenhum com este nome.” Ao ouvi-lo dizer isto lhe perguntei, já tratando de esquivá-lo: “Você não está achando? Bom, pode deixar, vou tentar achá-la novamente nas estantes. Obrigado.” E me afastei lentamente deixando o garoto com uma pulga atrás da orelha. O funcionário da renomada Megastore, num grande Shopping paulista, desconhecia a existência da Constituição Federal.

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Fútil e desagradável

A diferença entre “útil” e “fútil” não termina na letra “f”. Podemos identificar esta distinção em diversas situações cotidianas, principalmente naquelas que são ligadas à informação.

ÚTIL X FÚTIL

As notícias dos acontecimentos nacionais e internacionais nos chegam de uma forma cada vez mais rápida e direta. A Internet é a principal responsável por este “milagre” dos tempos modernos. De fato, toda informação encontrada na Rede segue duas vertentes: A que se caracteriza por ser útil e a fútil. Há menos úteis do que fúteis.

Para sintetizar está ideia, faça um teste: Acesse qualquer site de notícias nacional. Uma vez ali, observe cada informação que é apresentada e elimine as que nunca lhe serão úteis, por exemplo: Qual utilidade real você encontra nas notícias sangrentas ou dos “acontecimentos” do Reality Show da televisão, da vida privada dos artistas ou do jogador de futebol, dos bancos que acumulam lucros recorde ou da modelo que vai desfilar no carnaval? Estas informações lhe ajudam em algo? Melhoram sua vida? Se não, é porque são fúteis.

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Yoani Sánchez: “Não é o momento de lamber feridas…

… a melhor terapia é continuar trabalhando.”

Esta foi uma das frases postadas por Sánchez no Twitter.

Há alguns dias publiquei, aqui no blog, sobre a luta que Yoani Sánchez, blogueira cubana, livra diariamente para expressar sua opinião contrária à ditadura desde Cuba.

PERMISSÃO NEGADA

Recentemente ela foi convidada pelo cineasta Cláudio Galvão da Silva, para comparecer à estreia do documentário Conexão Cuba-Honduras, em Jequié, na Bahia no dia 10 de fevereiro.  Porém com a viagem marcada e com o visto de turista aprovado pelo governo brasileiro, no dia 3 de fevereiro de 2012 o Regime cubano, pela 19ª vez, negou-lhe o pedido de saída.

O fato da negação ocorre apenas alguns dias depois da visita da Sra. Presidente Dilma Rousseff a Cuba e com todos os investimentos milionários que estamos fazendo/lucrando na Ilha. Com o detalhe de que, antes disto, Dilma recebeu uma carta de Yoani sobre o assunto.

DESABAFO

No Twitter, que é a única forma imediata de Yoani comunicar-se com o mundo fora da Ilha, ela postou a seguinte frase:

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São Paulo: Muito além da terra da garoa

Quem diria que São Paulo do Campo de Piratininga chegaria a este patamar? E não chegou ali a toa, tudo aqui foi erigido com muito suor, trabalho e com uma visão progressista. Infelizmente também houve – e ainda há – derramamento de sangue.

Sem a participação dos nossos queridos, e muito bem vindos, compatriotas do Sul, do Norte e principalmente do Nordeste, dificilmente a capital paulista seria este fenômeno que assusta pela sua grandeza.

Sou paulista, mas São Paulo é literalmente minha vizinha da frente, pois ao sair de casa, lá está a capital, do outro lado da rua; a mesma que a separa do ABC paulista.

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Já fomos mais inteligentes

“Já fomos mais inteligentes”, com esta frase, que acabou de tornar-se célebre, do jornalista e apresentador Carlos Nascimento do SBT, resumimos, em grande parte, o conteúdo que a Internet e a Televisão tem a oferecer.

O VÍDEO

A Internet é pobre – paupérrima, diria eu – por incrível que possa parecer esta afirmação. Pobre de informações úteis e de qualidade. Como exemplo, é comum encontrar divergências de conclusões sobre um mesmo assunto. O que isto significa? Empirismo. Total. A pouca informação relevante que encontramos ali, provém de pesquisadores aventureiros  – alguns muito jovens – e um que outro profissional qualificado da geração anterior, que se atreve a expor suas experiências online e ditar conclusões concisas e certeiras sobre algum tema específico.

A televisão, por sua parte, nos oferece estupro ao vivo e em rede nacional, levanta informações especuladoras, alimenta a briga de piranhas entre as “grandes” emissoras de televisão e fabricam celebridades instantâneas entre outras banalidades.

Sinto saudades de quando os programas de domingo eram digeríveis e possível de assistir ao lado da família e das crianças, principalmente porque eu era a criança. Infelizmente hoje nossos filhos não se podem dar esse “luxo”.

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Os terrenos férteis da “Nova Liderança”, na visão de Napoleon Hill

Raras vezes vemos algumas predições resultarem tão acertadas com as que fez Napoleon Hill no seu livro “Quem pensa Enriquece” (Fundamento, 2009), escrito em 1966. Já naquela época ele falava sobre a necessidade de quebrar os paradigmas e reinventar o modelo de liderança, área que ele catalogava como terreno fértil.

O cargo de assessor de dois presidentes estado-unidenses certamente dava-lhe o cacife necessário para lidar com temas relacionados à liderança. No final do artigo há link direcionado à biografia de Napoleon Hill. Vamos direto ao assunto:

LÍDERES POLÍTICOS

Na visão de Hill, a política era o campo que mais necessitava de uma renovação na liderança, pois segundo dizia:

“Os políticos, em sua maioria, parecem ter se transformado em escroques legalizados, aumentando impostos e corrompendo a máquina administrativa, até tornarem inviável a vida dos cidadãos”

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Memória curta: mea maxima culpa

FAÇA O SEGUINTE TESTE:

Diga em voz alta ou pelo menos tente lembrar-se, em menos de 10 segundos, os nomes dos seus candidatos das últimas eleições..... Conseguiu lembrar de todos? Responda abaixo:

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Observou como temos a memória curta? E como se não bastasse, depois de os elegermos, os deixamos à vontade e não supervisionamos suas ações. Além disto, só nos lembramos deles quando surge algum escândalo envolvendo os nomes conhecidos da política nacional. Sendo assim, temos uma parcela da culpa de toda a falcatrua, corrupção, desvios de recursos e outros bla, bla, blas aos que infelizmente já nos acostumamos.


TRANSFORMAÇÃO INCRÍVEL

Neste momento, pelo menos aqui em São Paulo, há máquinas e homens trabalhando nas principais avenidas da cidade, as praças estão sendo revitalizadas, a polícia está nas ruas. Aqui na Av. Faria Lima já observei grupos de 3 ou 4 oficiais em cada esquina. Juro que há um ano não tinha visto nenhum.

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2012: Ano de vitórias, mas sobretudo de Respeito

Pois é, já chegamos ao final de mais um ano. Ano de desafios, lutas, vitórias. Vitórias? Podemos considerar-nos vitoriosos?

Nosso egocentro será o indicador que nos mostrará se vencemos ou não em 2011. Se nosso egocentrismo estiver em alta, provavelmente atropelamos parceiros, desfizemos amizades(mesmo sem perceber), machucamos corações, deixamos feridas. Não cabe a desculpa de que “foi sem querer”. Fracassamos.

Mas se por outro lado, distribuímos sorrisos, amamos incondicionalmente, lamentamos as infelicidades alheias, abraçamos, cultivamos amizades, estendemos a mão e escutamos pacientemente, possivelmente deixamos de lado o egoísmo e tratamos aos outros como quiséramos ser tratados. Vencemos!

Entre tudo o que eu possa oferecer aos meus queridos leitores, desejo que se animem e alcancem  seus objetivos; que mantenham os pés no chão sem deixar de sonhar; sejam sobretudo humanos; e sigam sempre a maior de todas as regras – na minha singela opinião:

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