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Atitude, parte III: Falar é fácil, o difícil é fazer

Todos temos anseios, metas e objetivos que, na maioria das vezes, estão relacionados a uma condição financeira confortável, um ótimo salário, o próprio negócio, viagens, casa, carro, etc.

Geralmente levamos dias, às vezes anos, pensando no que fazer para alcançá-los.

E ocorre que, em algum raro momento de exuberante inspiração, as ideias começam a surgir. Aparecem de todos os lados. Como um enxame. Uma verdadeira tormenta cerebral. Com rapidez anotamos tudo o que podemos nos mínimos detalhes, pois não queremos perder nada. Terminadas as anotações,  calculamos tempo, custos e lucros; chegamos à conclusão de que a ideia é viável. Nos sentimos prontos para iniciar nosso plano de progresso. Até nos imaginamos sentados no topo do mundo. Afinal, o sucesso parece ter batido à nossa porta. Porém – e sempre há um “porém” – passadas algumas horas (ou minutos),  tão rápido quanto surgiram as ideias se vão; desinflamos, desanimamos. Nos sentimos como se tivéssemos viajado num mar de maionese. Logo, as anotações viram “bolinhas de papel” e, uma a uma, são encestadas na lixeira. Talvez, com um pouco de sorte, irão parar em alguma gaveta.

Faltaram culhões

Perdoe-me a expressão. Mas é isso aí! Geralmente transformamos medos em razões. Eis a origem das dúvidas. E estas, por sua vez, se encarregam de lacerar nossa chance de olhar fora da caixa, de estourar a bolha, de romper a casca, de tirar o pé da lama.

Não deveríamos desperdiçar mediocremente uma vida inteira, para  só no final descobrir que sair da zona de conforto e arriscar poderia ter sido melhor do que viver sem riscos e na miséria física e mental. Mas então será tarde. Só restará observar de longe aqueles 4% de humanos, com capacidades, características e limitações semelhantes às nossas, atingirem seus objetivos.

“É possível mudar nossas vidas e a atitude daqueles que nos cercam simplesmente mudando a nós mesmos.” Rudolf Dreikurs

“Os homens de poucas palavras são os melhores.” William Shakespeare

Apoio

Não é fácil encontrar alguém que nos apoie e, espontaneamente, coloque a mão no fogo pelos nossos planos de progresso. Geralmente estamos rodeados de pessoas que têm alguns objetivos semelhantes aos nossos. Este fato os tornam  em potenciais concorrentes. E, claro, nem sempre acolherão com bons olhos os nossos planos.

Desta forma, não espere que outros façam o que você deveria fazer. No início, talvez ninguém ajude. Pelo menos não com boa vontade. Mas quando os resultados começarem a aparecer, os “interessados em ajudar” começarão a brotar por todos lados. É natural.

Portanto, se você tem muitas ideias, significa tem muito trabalho pela frente. Não fique aí esperando uma motivação externa ou qualquer sinal de cooperação de outras pessoas para colocar em marcha os planos. Arregace as mangas e comece a trabalhar no que acredita. E lembre-se: Falar, todo mundo fala; Fazer, é só para os fortes.

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About Antonio Martins Jr.
Fundador e gestor do blog Enfoquenet. Bacharel em Administração de Empresas. MBA em Gestão Estratégica. Autodidata na maior parte do tempo. Webdesigner, com ênfase no WordPress desde o início do século. Aficionado em fotografia e jardinismo.

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