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Por que algumas carreiras empacam?

Quem nunca se sentiu incômodo ao ver sua carreira estancada em algum momento da sua vida economicamente ativa? Os anos passam, os filhos crescem e as mudanças e as crises se encarregam de gerar incertezas sobre o seu futuro profissional.

Tudo parece piorar quando os novos talentos surgem na empresa e colocam a sua carreia em xeque. Este é um fato que afeta profissionais de diversas áreas, inclusive alguns grandes executivos.

Existem vários fatores que contribuem para que uma carreira fique atrofiada. Cabe ao profissional identificá-los e encontrar a melhor solução para cada um deles, enquanto ainda há tempo. Por isto, neste artigo vamos concentrar a nossa atenção em quatro situações que, além de serem predominantes, são as mais difíceis de lidar.

Fatores que atrofiam a carreira profissional

1. Medo de arriscar

Com o passar do tempo a zona de conforto e o comodismo geram inércia. Esta é uma situação perigosamente silenciosa e, algumas vezes, imperceptível. Geralmente, só o baque do tombo vai avisar que algo está errado. Mas, então, já será muito tarde para tentar reverter a situação. Talvez este seja o momento ideal para refletir e analisar se a carreira já não se encontra em perigo.

Ao contrário do que muitos pensam, para deixar a zona de conforto não é preciso correr riscos exagerados, pois sondar regularmente o mercado e participar de processos em outras empresas, nos ajudará a mensurar o nível de competitividade e decidir quais ações serão necessárias para sair do estancamento profissional.

2. Falta de ambição no círculo de relacionamento

Geralmente, os indivíduos que têm a carreira empacada tendem a conviver, ou associar-se, com pessoas na mesma condição. Desta forma, todos se consolam mutuamente nivelando-se por baixo, pois assim, ninguém se sente inferior. O que nenhum deles percebe é que se comparassem seu momento profissional com o restante do mercado, constatariam que suas qualificações se reduzem a quase nada.

Há algum tempo, quando decidi mergulhar nas redes sociais, aprendi algo sobre seguir pessoas que estejam mais avançadas que nós. Assim, de certa forma, elas, com suas vivências, exemplos e ensinamentos, podem nos conduzir a um patamar mais elevado que aquele no qual passamos a vida inteira.

3. Não investir em si mesmo

Uma vez pesquisei sobre o tempo médio que leva para surgir uma nova tecnologia em diversas áreas, o resultado foi entre 18 e 36 meses. Em síntese, alguém que leva quatro anos para concluir um curso superior, quando chegar à formatura estará desatualizado.

Nossas habilidades atuais somente nos permitem exercer a função que temos atualmente. Não investir em cursos, capacitações, reciclagens ou atualizações significa o mesmo que um suicídio profissional. Não possuir as habilidades que serão exigidas no próximo emprego, é o mesmo que despedir-se mais cedo do mercado de trabalho.

4. Carência de marketing pessoal

Neste caso, o profissional não se preocupa em construir uma imagem que o deixe em evidência dentro da empresa. Talvez por medo de aparecer, ou de não corresponder às expectativas que possam ser criadas em torno da sua pessoa. Usualmente os empacados não apreciam quem só gosta de aparecer… mas se esquecem que, quem não aparece, desaparece.

Para complementar este artigo, sugiro a seguinte leitura:

Proativo ou Reativo: qual é o seu perfil?
Por que um freelancer deveria investir na formação contínua?
Atitude, parte II: Marketing pessoal
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About Antonio Martins Jr.
Fundador e gestor do blog Enfoquenet. Bacharel em Administração de Empresas. MBA em Gestão Estratégica. Autodidata na maior parte do tempo. Webdesigner, com ênfase no WordPress desde o início do século. Aficionado em fotografia e jardinismo.

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