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Foco no Empreendedorismo em Rede

Brainstorm: uma chuva torrencial de ideias

De uma simples anotação a uma ideia que pode mudar o mundo(pelo menos o seu mundo), isso é o que pode acontecer numa sessão bem feita de brainstorm, também conhecido como “tempestade cerebral” ou “tempestade de ideias”.

Obviamente que este é um assunto bastante explorado por aí. Portanto, vamos ao ponto: como gerar e gerir eficientemente um turbilhão de ideias? A resposta é: Método e Organização.

Método, porque se tem que fazer a coisa da maneira correta; e organização, porque uma tempestade é um caos. Se alguém não fizer o trabalho duro de colocar cada coisa em seu devido lugar, ninguém vai chegar a lugar nenhum.

O brainstorm pode ser feito individualmente ou em grupo. Em grupo é mais eficaz, porque possui uma natureza mais heterogênea, e essa mistura pode render muitos bons resultados. Mas, de uma ou de outra forma, o processo é o mesmo: gerar a maior quantidade de ideias possível, avaliá-las e escolher as melhores para implementação.

O processo do Brainstorm

Basicamente são duas fases:

  1. Fase divergente;
  2. Fase convergente.

Fase divergente

É quando todos começam lançar aleatoriamente as suas ideias no ar. Daí vem a divergência, pois as ideias geradas nesta fase não precisam seguir a mesma linha, podem ser contraditórias entre si e conduzir a inúmeros caminhos diferentes. Essa é a fase da imersão, do caos.

Nesta fase, o facilitador e o secretário do grupo deverão ser ágeis para anotar tudo o que escutarem, sem deixar escapar nada. É uma fase muito dinâmica.

Pode-se usar post its para agilizar o processo

Pode-se usar post its para agilizar o processo

Fase convergente

É quando a equipe avalia friamente as ideias que foram geradas na primeira fase, preservando apenas as que apresentem bom potencial, descartando as outras. É a fase do filtro.

Pronto. Isso é um brainstorm. Sem complicações. A partir daí, com as boas ideias em mãos, pode-se partir para os estudos de viabilidade e de planejamento, para sua implementação.

O brainstorm pode ajudar a criar mapas mentais

Algumas regras e características do Brainstorm

  • Mais é mais: quanto mais ideias forem geradas no processo, melhor;
  • Ideias inusitadas: prepare-se para se surpreender;
  • Sem criticismos: nada de comentários ou críticas sobre as ideias que forem geradas;
  • Combinação de ideias: ao final do processo talvez seja possível combinar algumas ideias;
  • Tempo: fixe um período curto para a primeira fase. 20, 30 minutos são suficientes para estimular e usar a criatividade. Isto ajuda a evitar devaneios desnecessários;
  • No caso do brainstorm grupal, é importante manter a seguinte estrutura:
    • Até 12 integrantes;
    • Destes, um deve ser o facilitador, responsável por controlar possíveis desvios de focos ou prejulgamentos de ideias;
    • Outro deve ser o secretário, que vai anotar todas as ideias que surgirem;
    • Os demais, devem focar na geração de ideias;
  • Prejulgamentos: Na primeira fase do processo, jamais descarte ou zombe de uma ideia, por mais tosca que possa parecer.
  • Se for fazer um brainstorm solo: cuide de pensar fora da caixa, longe da sua zona de conforto, para obter boas ideias. Do contrário, só pensará mais do mesmo e não achará solução alguma ao seu problema.

O mais importante neste processo, é deixar a criatividade livre, leve e solta. Qualquer barreira psicológica ou influências externas de um mal dia, pode colocar em risco o sucesso do exercício.

Antonio Martins Jr. – já publicou 229 posts neste blog.Fundador e gestor do blog Enfoquenet. Bacharel em Administração de Empresas. MBA em Gestão Estratégica. Autodidata na maior parte do tempo. Webdesigner, com ênfase no WordPress desde o início do século. Aficionado em fotografia e jardinismo.

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