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Como chegar lá e atingir os objetivos do ano novo

Mais uma vez termina-se um ciclo e inicia-se outro na sequência. Sempre é assim. Geralmente, este período transitório pode deixar dois gostos na garganta: o doce, da realização ou o amargo, da decepção. Às vezes, agridoce.

Mas, é vida que segue. É bola pra frente. Essa é uma boa hora para conversamos sobre como atingir nossos objetivos.

De um modo geral, ao focarmos qualquer objetivo, empenhamos todas as forças para atingi-lo. Coloquialmente, fazemos de tudo para “chegar lá”. Desta forma, desde sempre, chegar lá é preciso.

Mas, às vezes, o objetivo é tão ousado que a façanha é quase impossível de alcançar; improvável de acontecer. Pra dizer a verdade, não importa o quão ousado seja. No fundo, qualquer objetivo parece ser desafiante demais e difícil o bastante para ser conquistado. Mas só parece. Afinal, tudo vale a pena, se a alma não é pequena.

Chegar lá, é tarefa para empreendedor. É iniciar uma nova jornada. É trilhar caminhos desconhecidos. É vencer a montanha rochosa, imponente e íngreme, que repousa arrogantemente logo à frente. Cujo topo, encoberto pela densa e escura nuvem, esconde o horizonte e não permite observar além. É um lugar inóspito, intimidante e intransitável para quem estiver fragilizado pelos seus demônios de medo, traumas, limitações.

Chegar lá, não é coisa para os espertalhões que vivem pulando fases, furando fila. Absolutamente. Nem para aqueles que fogem da ideia de ter que começar do zero, de ser responsável, de superar dificuldades e vencer desafios, de ouvir mais do que falar, de ter que aprender, de pagar o preço. Estes espertalhões até conseguem avançar um pouco. Porém, enganam-se. Constroem seus castelos de ilusões nas areias dos “jeitinhos”. Roubam-se a oportunidade de serem úteis, dignos nobres. De fazer amigos. Cedo ou tarde, desmoronam-se. Devastam-se. Ficam sós. E quanto mais alto chegarem, tanto maior será o seu tombo. O rastro de suas ruínas pelo caminho, serão a prova da sua irresponsabilidade. Coitados! Coitados não. Têm o que merecem.

Só chega lá quem empreende. Quem assume o risco. Quem calcula. Quem lida bem com a imprevisão e com a incerteza. Quem tem o sangue nos olhos e a faca nos dentes. Quem não depende da sorte. E que é destemido.

Mas, chegar lá, não deve ser tão difícil assim; a gente é que complica as coisas. Para quem está preparado(a), que faz o que é correto, que conhece as ferramentas adequadas, que aprende a gerar os recursos necessários (ou sabe onde e como consegui-los honestamente), que tem um espírito ousado e que se posiciona no lugar certo e na hora certa, não tem porque achar a empreitada tão dificil. A coisa simplesmente flui. Aos trancos e barrancos. Mas, flui.

Dois fatos

  • 1. O empreendedor nem sempre se dará bem;
  • 2. Mas, também, nem sempre se dará mal.

Mas, o quê importa ganhar ou perder? O lutador valoriza demais a experiência obtida e jamais investe seu precioso tempo em pensamentos míopes. Ele sabe, e a sua mente reconhece, que o sucesso é um prêmio e o fracasso é um mestre. Por isso, seu sangue é frio. Gelado. Pensa com tranquilidade. É assertivo nas decisões. Olha em frente e avança sempre. Passo a passo. Tudo planejado. Firme, seguro. Supera desafios. Derrota o inimigo. Suas cicatrizes são linhas escritas com lições, experiências e aprendizados inesquecíveis. São o seu bem mais valioso. Tudo isto está disponível na sua caixa de ferramentas. Ele saberá quando, como e onde utilizá-las.

Se de algo servir este texto ao leitor, se alguma orientação pode-se extrair dele, saiba que é assim que se chega lá.

About Antonio Martins Jr.
Fundador e gestor do blog Enfoquenet. Bacharel em Administração de Empresas. MBA em Gestão Estratégica. Autodidata na maior parte do tempo. Webdesigner, com ênfase no WordPress desde o início do século. Aficionado em fotografia e jardinismo.

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